domingo, 2 de abril de 2017

Fiel da balança Odebrecht manda carreira política de Aécio Neves para o saco



O empreiteiro também afirmou que as tratativas para os pagamentos teriam sido feitas entre o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o executivo Cláudio Melo Filho. 

O depoimento complica ainda mais a situação de Padilha, que já havia sido citado pelo ex-assessor presidencial José Yunes na semana passada como sendo intermediário nos repasses de propina.

 Amigo de longa data de Temer, Yunes afirmou que o ministro o usou de “mula” para receber pagamentos irregulares – um pacote de dinheiro foi entregue pelo peemedebista em seu escritório na capital paulista. 
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