sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Corpo de Eliana Tranchesi ex-dona da Daslu é velado em SP @Reinaldo_Cruz @Assuntosdegoias @QB_7 @Dribles_e_Gols @CNN_BR

Eliana sempre afirmou que gostava de comprar, mas nunca havia pensado em tocar os negócios da mãe. Porém, ela assumiu o controle da butique após a morte da mãe e deixou de lado o sonho de ser artista plástica. Começou a trajetória como vendedora, o que, aliás, é prática na loja entre as atuais diretoras e gerentes. Desde o início, ela contou com a ajuda dos irmãos no negócio.

Eliana foi casada como o médico Bernardino Tranchesi e tinha três filhos: Bernardo, 26, Luciana, 23, e Marcela, 20.

Religiosa, tinha o hábito de ir à missa aos domingos. Na Daslu há até uma capela, onde uma missa, fechada aos mais íntimos, serviu de cerimônia de "passagem". Eliana apontou para Deus quando tentou traduzir o segredo do sucesso. "Acho que o segredo do meu sucesso é Deus e trabalhar feliz, em um astral bom", disse a empresária dias antes de inaugurar a Villa Daslu na zona sul de São Paulo, em 2005.

Em fevereiro de 2008, a BR Malls, maior empresa do setor de shoppings centers do país, anunciou que passaria a gerenciar a Villa Daslu --shopping com 70 lojas anexa à boutique de luxo Daslu.

Segundo a empresa, foi firmado um consócio onde a BR Malls ficaria responsável pela administração da Villa Daslu, que fica na Vila Olímpia (zona sul de São Paulo), sem nenhuma espécie de pagamento ou troca de ações entre as duas partes.

Tanto a Daslu como a operação das marcas internacionais feitas pela boutique de luxo ficaram de fora da negociação.

POLÍCIA FEDERAL

Em 13 de julho de 2005, teve início a operação Narciso, da Polícia Federal, onde Tranchesi era suspeita de cometer crime de sonegação fiscal nas importações da Daslu.

Fonte: Folha de S. Paulo

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